Vasconcelos “condenou” o Panelão, mas revelou que não o conhece. Outro ponto curioso nas declarações do dirigente foi à avaliação que fez quanto às exigências para competições locais, administradas pela FMF. Ele deixou transparecer que o exigido para a Copa União, por exemplo, é bem abaixo do determinado pela CBF para competições nacionais.
Alberto Ferreira preferiu não tomar nenhum posição defi nitiva ainda, mas cogitou a possibilidade de aceitar o Panelão como opção. “Vou conversar ainda com o pessoal do JV Lideral, com Robson (vicepresidente) para depois tomar as decisões, mas os laudos do estádio de Porto Franco, que o JV já encaminhou para gente, vou mandar para a CBF”, disse o presidente da FMF.
Os documentos Um documento foi enviado para a Secretaria de Estado de Esporte e Juventude (Sesp) e outro para a Secretaria Municipal de Desporto e Lazer (Semdel) e um terceiro para o próprio clube interessado.
No texto para a Sesp, Vasconcelos pede esclarecimentos sobre o fi m das obras no Frei Epifânio para que assim possa indicar defi nitivamente o estádio para a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) como sede para a partida do JV Lideral.
Em outro, endereçado para a Semdel, pede também esclarecimentos sobre a total liberação do Estádio Nhozinho Santos, pois em caso de não poder contar com o Frei Epifânio, a FMF pensa em indicar a praça de São Luís para o evento.
Em um terceiro documento, o presidente do JV Lideral, Walter Lira, é informado da decisão.
Para Walter, Robson Vasconcelos também pede que ele lhe forneça dados concretos sobre as obras no estádio. E no segundo parágrafo, divulga a intenção da entidade: “Alheio a vontade da FMF, informamos a Vossa Senhoria que é pensamento, caso o Frei Epifânio D’abadia não esteja concluído em tempo hábil, indicar junto a Confederação Brasileira de Futebol o Estádio Nhozinho Santos, em São Luís, para a realização do referido jogo”.
Fonte: Jornal O Imparcial
