Opresidente de honra do Iape, Isaías Pereirinha, revoltado com a arbitragem de Juscelino Sousa Santos anunciou a saída do seu time do Campeonato Maranhense. Acusou o árbitro de ter manipulado o jogo e dado a vitória ao Sampaio. Foi taxativo ao afirmar que recebeu uma informação antes do jogo de que Juscelino Sousa Santos teria aceito proposta financeira para garantir a vitória do Sampaio.
Indignado, Pereirinha frisou que já comunicou aos jogadores do Iape a decisão de extinguir o time. Informou que pagará aos jogadores na próxima quarta-feira e que o futebol no Iape, em todas as categorias, deixa de existir a partir de hoje. Pereirinha disse que nesta segunda-feira, o Iape oficializará a sua saída do Campeonato Maranhense e retirando o time do futebol. “Nunca mais eu colocarei meus pés em um estádio de futebol”, desabafou.
Pereirinha disse que existe um enorme “favorecimento” ao Sampaio. O presidente o Sampaio, Sérgio Frota, lamentou a afirmação de Pereirinha. Disse que seu time trabalha e que não usa esse expediente de comprar juiz. Disse que vai analisar para interpelar Pereirinha para que prove que o Sampaio comprou o árbitro. “Se eu usasse desse expediente, o Sampaio estaria na Série B do Brasileiro”, rechaçou.
Na saída dos vestiários, o árbitro Juscelino Sousa Santos chegou a ser questionado sobre a sua suposta participação em um esquema para favorecer o Sampaio. O árbitro se limitou a dizer que não tinha nada a declarar sobre o assunto. As reclamações do Iape contra a arbitragem são muitas. Jogadores, comissão técnica e dirigentes reclamam de como a partida contra o Sampaio foi conduzida pelo árbitro.
Na visão do Iape, Juscelino Sousa Santos expulsou o zagueiro Daniel injustamente, em um lance com o atacante Tiago Miracema, que foi expulso primeiro. Depois da pressão dos jogadores bolivianos, o árbitro expulsou Daniel. Além disso, a quantidade elevada de cartões amarelos ao Iape também se tornou motivo de revolta. Para finalizar, a falta sobre o atacante Célio Codó cobrada por Kléo aos 47 minutos do segundo tempo não teria acontecido.
Fonte: França Melo



