Vários torcedores do Imperatriz se manifestaram ontem, através do programa de Esportes da Rádio Mirante AM e aprovaram por unanimidade, a gestão do presidente Carlos Eduardo à frente do Cavalo de Aço.
Mas todos que se manifestaram foram unânimes também, em afirmar que Carlos Eduardo ficou sozinho no barco, sem o apoio daquelas pessoas que prometeram como sem falta, para faltarem como sem dúvida.
O presidente Carlos Eduardo, na realidade, quando se prontificou em assumir o Imperatriz - fato que aconteceu com a formação da Junta Governativa - formou um grupo. Mas poucos, desse numeroso grupo, cumpriram a promessa de ajudar o time. A maioria nunca mais apareceu.
Por todas as adversidades, muito embora criticado, o Imperatriz comemorou e muito o terceiro lugar - que lhe deu o título de campeão simbólico do interior.
Após o jogo contra o Cordino, em que houve empate em 2 a 2, em entrevista à imprensa, o presidente Carlos Eduardo manifestou o desejo de deixar a direção do "mais querido". Ele alegou entre outras coisas, problemas de ordem particular que o levaram a pensar na possibilidade de deixar a direção do clube colorado. Mas o presidente Carlos Eduardo deverá continuar no cargo, pelo menos até o fim do ano quando vence o mandato da junta governativa que dirige o clube.
Com a confirmação do lançamento do programa "Viva Nota" para o fim do mês ou no mais tardar início de agosto, os ânimos foram arrefecidos e por isso o presidente deverá continuar.
Com o "Viva Nota" tem-se a garantia de uma razoável ajuda financeira. Mas para chegar ao título da Copa União e com isso voltar a disputar a Copa do Brasil, precisa-se de muito mais ajuda financeira. Isso virá também do torcedor, e para isso reforços têm de ser contratados.
Entre os que já foram listados, podem ser acrescentados o lateral direito Bruno Limão e os meias Ismael e Leandro Mineiro, dispensados pelo Sampaio Corrêa.
Fonte: O Progresso


