O treino coletivo, o chamado apronto do time do Sampaio Corrêa, ontem à tarde, foi de portões fechados. Os torcedores não tiveram acesso ao Estádio Nhozinho Santos.
O presidente Sérgio Frota, que acompanhou o ensaio sentado na mesma cadeira onde assistir aos jogos, disse que não liberou a entrada dos torcedores com receio da infiltração de algum “espião”. Segundo ele, a medida não foi tomada contra a torcida, mas porque era necessário para evitar que algum enviado do time adversário pudesse acompanhar o treino e passar informações ao treinador do Guarany sobre as jogadas preparadas pelo treinador Flávio Campos para colocar em prática no jogo de amanhã.
“´É melhor prevenir, do que remediar. Nossa torcida, certamente, entende que a providência tomada era necessária”, frisou.




