A história do clube começa em 1923, pouco tempo depois do hidroavião chamado Sampaio Corrêa II passar por São Luís na primeira tentativa de realizar um voo dos Estados Unidos para o Brasil. Além do nome da aeronave, o time adotou as cores que os pilotos vestiam: verde, amarelo, vermelho e cáqui. Nascia então um dos mais brilhantes e charmosos clubes do Nordeste.
Tricolor de São Pantaleão, Esquadrão de Aço, Tricolor de Aço, Mais Querido da Cidade, Bolívia Querida e Tubarão. Além de glórias, o Sampaio coleciona apelidos em 87 anos de vida.
Sampaio tenta driblar problemas financeiros
Apesar de reinar no Maranhão, o clube vem lutando para seguir fazendo história em busca de maior reconhecimento nacional. Para este ano, uma boa campanha na Copa do Brasil e o acesso à Série C do Brasileiro são as principais metas. No entanto, o Tricolor esbarra em problemas financeiros, que praticamente obrigaram a diretoria a se desfazer de diversos atletas da temporada passada que foram negociados, além de jogadores que estavam emprestados e voltaram para suas equipes.
“Estamos montando um elenco novo. Temos limitações financeiras. Investimos muito na base e em outras pratas da casa de outros times. Fazemos tudo dentro das condições do clube, pagando todos em dia para que ninguém fique insatisfeito. Liberamos sete jogadores do elenco passado por não ter mais condições de mantê-los. Perdemos mais da metade do time que tínhamos”, diz o vice-presidente do Sampaio, Nilson Garcia.
Perda para o Furacão
Uma das baixas para 2011 é a saída do atacante Wescley, que agora é jogador do Atlético-PR. Nilson lamenta a perda do atleta.
“Liberamos também para dar maior visibilidade a ele. É um ótimo garoto. Bom caráter e um excelente jogador”, finalizou.
Fonte/Futebolinterior



