Críticas Apesar das possíveis irregularidades, Ezequias Carvalho citou algumas contradições presentes no regulamento da Copa.“Se você der uma olhada mais atenta ao regulamento, vai perceber que alguns artigos abrem brechas e até confl itam com uma legislação maior, como o regulamento de competições da CBF”, ressaltou. Um destes exemplos é o artigo 11, que trata de modifi cações na tabela. Sobre este aspecto o procurador não poupou críticas aos dirigentes de clubes, que aceitaram o regulamento da forma como ele está. “Eles fazem as coisas e os clubes aceitam, não discutem as regras colocadas e simplesmente assinam o regulamento sem ler”, protestou Fonte: O Imparcial
O possível procedimento de Carvalho está baseado no artigo 14 da Copa União, que afirma não haver a possibilidade de inverter o mando de partidas. “A procuradoria pode sim fazer essa denúncia”, afirmou Ezequias. Na última quarta-feira o presidente da FMF, Alberto Ferreira, assinou a portaria 001/2010 invertendo o mando da partida para ontem à tarde, no Nhozinho Santos. O motivo seria porque o Nacional não apresentou os laudos técnicos do estádio Arthemas Santos (Binezão), exigidos pela legislação desportiva.
O problema no caso é que a inversão do mando de campo já foi abolida na última atualização do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) e no Regulamento Geral de Competições, editado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O impedimento também é citado no regulamento da Copa União, em seu artigo 14.



